A Harpa Cristã, um hinário tradicional das Assembleia de Deus no Brasil, publicada em sua primeira edição no ano de 1929, em um de seus hinos, o de número 46, que diz: “Um pendão real vos entregou o Rei, A vós, soldados Seus; Corajosos, pois, em tudo O defendei, Marchando para os céus. Com valor! Sem temor! Por Cristo prontos a sofrer! Bem alto erguei o Seu pendão, Firmes sempre, até morrer!”
É interessante olharmos para um passado, não tão distante, e percebemos o quanto estamos destoados daquilo que fora proposto, para que como igreja, a representássemos; vivemos uma sociedade que valoriza muito mais a benção que o abençoador, mais a criatura que o Criador, chegando ao extremo de em algumas igrejas ouvirmos alguém dizer que “colocou Deus no canto da parede” como se Deus fosse alguma coisa monitorado por controle remoto onde se dá um comando e a coisa obedece. Deus está ainda hoje abençoando como no passado, creio assim, porém, a Igreja como Corpo de Cristo (não falo aqui de denominação e sim como um todo) tem deixado as marcas do lutar até morrer se necessário for, e o pendão Real, ou seja, a bandeira ensanguentada de Cristo Jesus, e trocado por muitas coisas que podemos denominar de “modinha”, hoje em alta, amanhã já não existe (tipo copa do mundo, emoção só na hora); inventam todo tipo de coisas para atrair as pessoas dai surge símbolos do Judaísmo, como Castiçal de Sete Braços, a Estrela de Seis Pontas, a Pomba, Fogueira etc... E com isso criou-se um misticismo religioso sem precedente, levando pessoas à pelo menos duas situações: